A famlia
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Filho de Heleno Louro e Lurdinha, neto de Pedro Gdio e Pedro Louro. Tenho dez irmos: Pela ordem de nascimento: Miguel, Socorro, Marli, Maciel, Maiza, Marcos, Marcone, Maviael, Maeve, Marta e Mareio. gente como que. Diante de um rebanho de gente desses, canto e decanto minhas origens sempre infiltrando os meus queridos entes em minhas canes, como o caso de caboclo sonhador, meu maior sucesso, quando digo (Mega e Quinha como vo? Ta tudo bem? Esses so Miguel e Marcos. Ou... ao lembrar-me das bravuras de Nenm, perguntar-me a todo instante por Baa... essas so Socorro e Marli. Mega, Quinha, Nenm, Baa, so apelidos carinhosos pelos quais a famlia Melo se comunica ou se comunicava quando crianas, e que marcaram minha criao, minha personalidade e meu jeito maroto de ser.

O Filho do cidado

(Poema em homenagem ao meu pai)

Se eu no fui o filho exato que quiseste
Nem ao menos o que imaginaste
Fui apenas um pouco o que fizeste
E nesse pouco eu ergui a minha haste
Tantas vezes em que me abraaste
Eu senti o calor da tua mo
Aquecendo minhas culpas com o perdo
Me beijando mostrando o lado certo
Os atalhos, os caminhos, os desertos
O abismo, a curva a contramo.
Me perdoe se as vezes me permito
Que o acaso penetre em meus momentos
Me envolvendo com loucos sentimentos
Desatando os brides da minha vida
Volta e meia em becos sem sada
Me deparo dou de cara com a parede
Em teus punhos armava minha rede
Em teus braos estendia meu colcho
Hoje sinto a falta de um sermo
Que em seguida me davas um confeito
Aprendi que jamais serei perfeito
Ser seu filho ser sempre um cidado.



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